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A superação de uma mentalidade de escassez

Florescer em tempos bons e ruins

Em sua forma mais rudimentar, uma mentalidade de escassez refere-se às pessoas que consideram a vida como se fosse um bolo que vai acabar e, por isso, se uma pessoa pega um pedaço grande, sobra menos para todas as demais. A maioria das pessoas, particularmente no mundo corporativo, tem sido condicionada a ter uma mentalidade de escassez. Essa mentalidade pode limitar significativamente o que Deus deseja fazer por meio de uma pessoa, de um grupo de pessoas ou de determinado ministério. Ela influencia a impressão que temos de nós mesmos, dos outros, das parcerias, do ministério e, acima de tudo, de Deus.

O antídoto para uma mentalidade de escassez é uma mentalidade de abundância que vislumbra possibilidades infinitas, que acredita que o melhor ainda está por vir e que, pela graça de Deus, as ideias, os recursos e o amor são ilimitados. É também uma mentalidade que honra a Deus. Vemos essa mentalidade sendo ensinada por Deus por meio das Escrituras, tal como em João 10.10, quando Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham plenamente” (NVI). Entre as distorções dos ensinamentos heréticos do evangelho da prosperidade e as racionalizações dos crentes que têm dificuldade em aceitar que Jesus falou sério, a posição preferida por muitos seguidores de Jesus frequentemente acaba se tornando uma completa espiritualização dessa promessa de Jesus e/ou a adoção de uma mentalidade de escassez.

Em diferentes partes das Escrituras encontramos pessoas com mentalidade de escassez, bem como pessoas com mentalidade de abundância. Moisés demonstrou ter uma mentalidade de escassez quando afirmou que “não tinha o que era preciso” para retirar o povo de Israel do Egito quando Deus o chamou. Mas, uma vez que Moisés encontrou-se com o grande Eu Sou face a face, ele adotou uma mentalidade de abundância, o que lhe permitiu colocar-se diante do líder mundial mais forte da época e exigir: “Deixe o meu povo ir”.

Todo o exército israelita se queixava e todos diziam: “Não temos o que é preciso” quando Golias blasfemava diariamente a Deus. Até que Davi, com uma mentalidade de abundância, gritou para Golias, segurando apenas cinco pedras e um estilingue: “Você vem contra mim com espada, com lança e com dardos, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos exércitos de Israel”, e o gigante foi morto.

Da mesma maneira, com uma mentalidade de escassez, Gideão disse a Deus: “Como posso libertar Israel? Meu clã é o menos importante de Manassés, e eu sou o menor da minha família”. Porém, uma vez que Gideão aceitou que Deus estava com ele, foi possível realizar a tarefa com sucesso, para a glória de Deus, com apenas 300 homens.

O medo da competição também é a característica de uma mentalidade de escassez, fazendo com que colaboradores potenciais sejam vistos como inimigos. Notamos que os discípulos de Jesus fizeram isso quando contaram o seguinte a Jesus: “Vimos um homem expulsando demônios em teu nome e procuramos impedi-lo, porque ele não era um dos nossos”. Ao que Jesus respondeu: “Não o impeçam, pois quem não é contra vocês é a favor de vocês” (Lc 9.49-50). Paulo reafirmou esse tipo de mentalidade de abundância de não se sentir ameaçado quando outros são bem-sucedidos, mesmo que por motivos questionáveis, quando disse: “Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro” (Fp 1.15-18). Paulo sabia que não se tratava de um “bolo” que ia se acabar, que não se tratava do seu ministério e do seu nome, mas do reino e da transformação holística que acompanhava o poder do evangelho. Uma mentalidade de escassez não contempla isso.

Além disso, a mentalidade de escassez é, às vezes, caracterizada por crenças contrárias à Bíblia e profundamente enraizadas (às vezes subconscientes). Crenças que negam a imago Dei, a crença de que todas as pessoas são criadas à imagem de Deus, resultando, na melhor das hipóteses, em tendências paternalistas nas iniciativas de colaboração e na falta de fé na capacidade daqueles que são diferentes de si mesmos; na pior das hipóteses, racismo e preconceito étnico. Foi com isso que os públicos de Jesus tiveram de lidar quando ele elevou os samaritanos a uma posição de honra durante a sua conversa com a mulher no poço, e como iguais no reino, na parábola contada no caminho para Jericó.

A igreja primitiva também teve de lidar e superar isso. Ela teve de aceitar que os gentios fazem parte da Igreja tanto quanto os judeus, assim como Pedro experimentou em Atos 10, tal como é contado na história de Cornélio. Isso também aconteceu posteriormente, quando a nova igreja em Jerusalém igualmente adotou uma mentalidade de abundância ao endossar as igrejas em crescimento na Ásia Menor como iguais, não inferiores ou inimigas (Atos 15). Eles passaram de uma mentalidade de escassez, com uma visão paroquial e limitada sobre quem faz parte da Igreja de Jesus Cristo, para uma mentalidade de abundância, entendendo o que Jesus quis dizer por “Ide por todo o mundo”. Eles também passaram a compreender cada vez mais que os dons do Espírito não tinham vindo e realmente não vêm nas versões “azul e rosa”, e que, ao contrário disso, o Espírito Santo havia se manifestado em sua plenitude a todas as pessoas redimidas por meio da morte e da ressurreição de Cristo. Essa é a mentalidade da abundância. Deus é capaz. Deus é muito maior do que a minha compreensão limitada. Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que posso imaginar.Por Gil Odendaal

CONFIANÇA EM DEUS

Como cristãos, sabemos que é preciso confiar em Deus todos os dias, mas colocar nossa total confiança no Senhor pode ser difícil em alguns momentos de nossas vidas. Isso porque estamos continuamente lutando contra nossos medos, preocupações e ansiedades.

Vivemos em um mundo materialista, imediatista e muito egoísta. Estamos o tempo todo sob os olhares de pessoas que nos julgam e nos cobram o tempo todo, e isso só faz mal, afinal, somos forçados a nos moldar àquilo que a maioria acha ser o “normal”. Porém, não foi para isso que Cristo veio ao mundo e nos salvou. Ele nos salvou para que fôssemos livres para viver não de acordo com o homem, mas sim segundo a Sua Palavra.

Mas, voltando às preocupações da vida, uma coisa é fato: quanto mais nos preocupamos, mais isso pode prejudicar nossa saúde física, mental e emocional. Quando deixamos nossos medos nos comandar, mais perdemos nossa paz e ficamos atribulados.

Por isso, se você está procurando superar seus medos e preocupações, um ótimo lugar para consultar é a Bíblia, porque ela é lâmpada que ilumina os nossos passos e clareia o nosso caminho (Salmos 119:105), ela é viva e eficaz (Hebreus 4:12), e é um escudo para quem nela se refugia (Provérbios 30:5).

Eu vou trazer para você 5 Salmos lindos para acalmar o seu coração preocupado e que podem te tirar do fundo do poço e fazer com que você enxergue a mão de Deus estendida em seu favor.

1) Salmo 27

Diz assim a Palavra do Senhor: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão. Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante.” (Salmos 27:1-3)

O rei Davi escreveu este salmo durante um período de muitas dificuldades e perseguições. Ele tinha todos os motivos do mundo para estar preocupado e angustiado, mas, em vez de deixar que esse sentimento tomasse conta do seu coração, Davi reconheceu que Deus era luz em sua vida. Ele não se desesperou diante das afrontas dos seus inimigos, pelo contrário, colocou toda a sua fé e esperança no Senhor, que sempre lhe deu a vitória.

E nós devemos fazer a mesma coisa! O Senhor quer que lembremos que não temos nada a temer, porque se o medo entrar em nosso coração e nos dominar, não conseguiremos sair da situação em que estamos e deixaremos de receber as bênçãos que Deus tem para nos dar, pois Ele age conforme a nossa fé. Então, quando você estiver preocupado, busque se lembrar das promessas de Deus descritas na Bíblia e você encontrará forças para seguir em frente.

2) Salmo 34

Eu amo este salmo, especialmente porque ele sempre me ajuda nos momentos difíceis e quando estou com o coração partido. Veja o que ele diz:

“Bendirei o Senhor o tempo todo! Os meus lábios sempre o louvarão. Minha alma se gloriará no Senhor; ouçam os oprimidos e se alegrem. Proclamem a grandeza do Senhor comigo; juntos exaltemos o seu nome. Busquei o Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. Os que olham para ele estão radiantes de alegria; seus rostos jamais mostrarão decepção. Este pobre homem clamou, e o Senhor o ouviu; e o libertou de todas as suas tribulações. O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem, e os livra. Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia! Temam o Senhor, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem. Os leões podem passar necessidade e fome, mas os que buscam o Senhor de nada têm falta.” (Salmos 34:1-10)

Vemos neste Salmo que Deus está perto daqueles que sofrem, e quando estamos mais fracos, Ele nos dá força para começar de novo. Ele é o médico dos médicos, mas não cura somente o nosso físico; Ele cura também a nossa alma. O Senhor nos conhece melhor do que nós mesmos e sabe o que precisamos e o que não necessitamos. Ele veio para salvar o que se havia perdido, para dar força aos cansados e dar paz aos aflitos que O buscam.

3) Salmo 46

O Salmo 46 começa assim: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, embora a terra trema e os montes afundem no coração do mar, embora estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria. Há um rio cujos canais alegram a cidade de Deus, o Santo Lugar onde habita o Altíssimo.” (Salmos 46:1-4)

O refúgio é um lugar seguro, uma fortaleza para quem está desesperado e não consegue mais enxergar uma solução para o seu problema. Quando a Bíblia menciona Deus como nosso refúgio, está dizendo que o Senhor é nosso lugar seguro quando precisamos da proteção de alguém ou alguma coisa.

Por isso não precisamos viver com medo do que pode acontecer conosco. Eu sei que o mundo está turbulento e passando por muitas crises, mas tudo está sob o controle de Deus e devemos crer que Ele faz tudo cooperar para o nosso bem. Amém?

4) Salmo 61

Vamos ler os versículos de 1 a 5 deste salmo: “Ouve o meu clamor, ó Deus; atenta para a minha oração. Desde os confins da terra eu clamo a ti, com o coração abatido; põe-me à salvo na rocha mais alta do que eu. Pois tu tens sido o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo. Para sempre anseio habitar na tua tenda e refugiar-me no abrigo das tuas asas. Pois ouviste os meus votos, ó Deus; deste-me a herança que concedes aos que temem o teu nome.” (Salmos 61:1-5)

No Salmo 61, mais uma vez Davi derrama seu coração diante de Deus. A oração dele é para que o Senhor o livre dos inimigos e de situações difíceis de suportar. Mas, apesar de reconhecer que as circunstâncias são desfavoráveis para ele, elas não são maiores do que Deus. Por isso, ele diz: “põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu”.

A montanha mais alta do mundo é o Everest. Ele possui mais de 8.800 metros em relação ao nível do mar. Do seu topo é possível ver as coisas acima de qualquer um. É uma visão privilegiada. Porém, chegar lá em cima não é simples. A viagem é longa e os perigos são diversos. Frio, ar rarefeito, dificuldade de locomoção, são apenas alguns deles. Mas quando se alcança o topo, percebe-se que valeu a pena todo esforço.

Deus é a rocha mais alta do que qualquer um de nós. Podemos chegar Nele através da oração e da Sua Palavra. E quando estamos unidos a Ele, nada neste mundo pode nos abalar e nos derrotar!

5) Salmo 91

O Salmo 91 é outro salmo de Davi que fala sobre confiança. Ele disse: “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. Ele o livrará do laço do caçador e do veneno mortal. Ele o cobrirá com as suas penas, e sob as suas asas você encontrará refúgio; a fidelidade dele será o seu escudo protetor.” (Salmos 91:1-4)

O que é tão maravilhoso nesses versículos é que nos lembra que Deus está no controle total. Ele cuidará das coisas grandes e pequenas. Embora seja comum nos preocuparmos com cada pequena coisa que está acontecendo em nossas vidas, não devemos focar nelas. Devemos lançar nossas preocupações diante do Senhor em oração e crer que Ele está trabalhando em nosso favor.

Devemos ter em mente que em nenhum momento Deus diz que viveremos uma vida sem problemas, até porque vivemos em um mundo corrompido pelo pecado e muitas vezes fazemos escolhas erradas que nos trazem sofrimento. Mas, podemos ter a certeza de que Deus nos ama e que Ele é misericordioso, e quando nos refugiamos Nele, estamos totalmente seguros.

Conclusão

É muito comum deixarmos que a preocupação, a ansiedade e o medo dominem o nosso coração. O inimigo quer usar essas coisas contra nós para ficarmos fracos e não buscarmos a Deus. Mas quando confiamos no Senhor em todas as circunstâncias, a nossa alma encontra paz e descanso. Então, se apague à Palavra de Deus e veja como são maravilhosas as promessas que ela pode te oferecer nesses momentos de crise e dificuldade.

A DISCIPLINA DE DEUS NOS TRANSFORMA EM DIAMANTES

Texto: “porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?” (Hb 12:6-8).

Introdução:

Normalmente quando nos deparamos com pessoas que nos confrontam ou afrontam, não compartilham das mesmas idéias que nós ou que até mesmo nos contradizem, geramos resistência a tais pessoas e nossa atitude normalmente é de tentarmos nos afastar o mais rápido possível de tais pessoas, não é verdade? Pois é natural que nos afastemos de coisas que nos trazem aborrecimentos ou dor, mas em alguns casos podemos perceber que mesmo quando nos afastamos destas pessoas, elas estão sempre perto, ou quando conseguimos nos afastar delas encontramos outras que até parecem clones daquelas que ficaram mais distantes, você já viu isso acontecer?
Amados, se isso está acontecendo com você, pare de resistir, pois Deus está querendo te tratar, te lapidar, assim como se faz com os diamantes. E para se lapidar um diamante só outro diamante, ou seja, Deus vai usar pessoas como nós para nos lapidar. Veja Pv 27.17. Aleluia!

1. O valor do diamante: O valor do diamante é medido pelo seu grau de pureza e pela sua forma após a lapidação, e assim acontece conosco também. Deus nos lapida e nosso valor espiritual aumenta quando nos purificamos dos pecados e das feridas emocionais e isso vai acontecendo à medida que somos lapidados por pessoas a nossa volta, que apesar das dificuldades, nos tornam melhores e mais capazes de enfrentar as dificuldades do dia a dia.
ENTÃO DIGA: “SENHOR, ME LAPIDA COMO O SENHOR QUISER…”

2. Como se lapida um diamante: Para se conseguir lapidar o diamante é necessário outro material que seja no mínimo da mesma dureza que ele próprio. E olhe só, apenas o diamante é tão duro quanto o diamante, ou seja, Deus irá usar pessoas tão duras quanto você para poder lapidar certas arestas, que outros não vão conseguir lapidar. Mas não fica por aí. Na lapidação usa-se azeite para facilitar o processo. Que tremendo, pois nesse processo em nossa vida é necessária a presença da unção do Senhor para que haja cura das feridas abertas no processo de crescimento. Veja o que diz Os 6.1: “Vinde, e tornemos ao Senhor, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida”. Aleluia!
Então deixe o Senhor usar quem Ele quiser para te lapidar. Deixe-O fazer a boa obra em ti.

3. A perfeita lapidação: Quando ocorre a perfeita lapidação do diamante, a luz é refletida de uma face para a outra até ser dispersa no topo do mesmo. Isso é o que ocorre quando deixamos o Senhor nos lapidar diante destas pessoas, não reagimos mais de forma inadequada, inapropriada, mas deixamos a luz de Deus passar por todos os cantos de nosso ser e brilhar em nossa face e resplandecer em nossas atitudes.
Mas podem ocorrer lapidações imperfeitas, assim como ocorre com o diamante. Existe a chamada lapidação alta, em que o brilho não chega ao topo da pedra, mas se perde em um dos lados. Isso acontece em nossa vida quando entendemos que Deus está nos aperfeiçoando, mas não deixamos o tratamento ir até o fim e paramos no caminho. O brilho de Jesus está em nossa vida, mas não em todas as áreas.
Outra lapidação imperfeita é a lapidação curta, onde a luz passa por uma parede e não brilha em lugar algum. Isso acontece conosco quando diante do tratamento nem deixamos Deus nos mostrar o propósito deste, e já fugimos do mesmo sem ao menos termos sido trabalhados por um tempo.

Conclusão: Se você quer realmente que o agir de Deus seja manifesto em sua vida é necessário que deixe o Espírito Santo fazer todas as lapidações necessárias, para só assim vermos a luz brilhar em todas as áreas.
Veja o que diz Ef 4:1-7: “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, 3esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.
E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. 8Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens”.

É através destes relacionamentos que cresceremos na Presença do Senhor Nosso Deus.

SOMOS JONAS

Jonas não era diferente de nós, ele era como nós somos grande parte do tempo.

Ele não queria estar no propósito de Deus, ele queria estar no seu próprio propósito, nos

navios de Tarsis, na suntuosidade, na riqueza, na ostentação, no foco dos holofotes, nas

páginas sociais.

A igreja de hoje tem feito coisas boas, mas o fato de serem boas não as faz estarem no

propósito de Deus.

O caos é fruto do pecado, portanto nós, a igreja do Senhor Jesus, com sua prepotência, auto

suficiência, religiosidade, exclusividade, inoperância, dormência, insensatez, somos talvez a

grande culpada deste caos social que vemos.

Primeira atitude de Jonas com relação à vontade de Deus:

DESOBEDIÊNCIA

Havia uma obra a ser feita em Nínive, era a de pregar arrependimento a um povo que

necessitava refazer seus caminhos.

Segunda atitude de Jonas com relação a vontade de Deus:

INDIFERENÇA

Quantos de nós estamos dormindo o sono da indiferença?

O sono da incompreensão, numa vida espiritual mórbida, insípida, insossa.

Vemos a nossa volta pessoas desesperadas, fruto do caos espiritual que o mundo está vivendo,

ódio familiar, consumindo pais, filhos, irmãos.

Questões conjugais fruto da falta de Deus no lar.

Enfermidades multiplicadas pelo pecado.

Uma sociedade desequilibrada emocionalmente pela falta de Deus.

O valor da família se dissolvendo enquanto homens colocados por nós no poder público,

discutem se vão ou não aprovar a lei que regulamenta a homofobia, legalizando aquilo que

Deus diz em Romanos 1, ser torpeza, que é o casamento homossexual.

E a igreja dormindo o sono da indiferença, preocupada apenas com coisas tipo:

Se alguém vai me visitar esta semana,

Se o pastor vai perceber que eu vim este domingo,

Terceira atitude de Jonas com relação à vontade de Deus:

JONAS ENTROU NA TEMPESTADE.

Eu digo entrou e não foi jogado, porque isso foi uma sugestão dele próprio.

Quantos de nós já estivemos em tempestade?

Essas tempestades devem nos levar ao propósito de Deus, pois se não for este o resultado, elas

deixarão marcas profundas em nossa alma.

O propósito de Deus deve ser o centro de nossa vida, todo o resto deve gravitar ao redor dele.

Quarta e última atitude de Jonas com relação à vontade de Deus:

JONAS OBEDECEU AO PROPÓSITO.

Pensamos, então tudo foi lindo, viveram felizes para sempre.

Não, Jonas era um marruco, um cabeça dura.

Ele disse pra Deus, eu vou, mas vou pregar contrariado…

Deus disse: – Sim, mas pregue.

Eu vou demorar… – Mas pregue.

Eu vou pregar baixinho… – Mas pregue.

Eu vou pregar, mas não vou ficar no sol, eu quero uma sombrinha, uma aguinha fresca pra

molhar os pés. – Mas pregue.

Nós dizemos:

Vou à igreja, mas o culto tem que acabar logo. – Mas vá.

Só vou à igreja se insistirem comigo…

Eu vou, mas se não estiver chovendo…

Eu vou numa igreja bem pertinho de casa pra não andar muito.

Deus teve misericórdia de Nínive, mas teve muito mais de Jonas.

Deus tem tido misericórdia com Araraquara, mas tem tido muito mais de nós que:

TEMOS DESOBEDECIDO,

TEMOS DORMIDO O SONO DA INDIFERENÇA

TEMOS SIDO LIVRADOS NAS TEMPESTADES

TEMOS FEITO A OBRA DE FORMA RELAPSA

Nossa oração é que Deus nos mude o coração, e que nos tornemos mais maleáveis, mais

humildes, mais úteis a Deus.

[Vida com Propósito] Dia 14 – Quando Deus PARECE DISTANTE! — Arauto de Deus

https://arautodedeus425888133.files.wordpress.com/2021/03/uma-vida-com-propositos-dia-14.mp3 Ele se escondeu do seu povo, mas eu confio nele e nele ponho a minha esperança. Isaías 8.17; NTLH Deus é real, a despeito de como você se sinta. É fácil adorar a Deus quando as coisas vão bem — quando ele provê comida, amigos, família, saúde e situações felizes. Mas as circunstâncias não […]

[Vida com Propósito] Dia 14 – Quando Deus PARECE DISTANTE! — Arauto de Deus

Assista o Video

https://youtu.be/evvMlbCbvYs

DEPOIS DA TEMPESTADE… – Pão Diário

Fonte: DEPOIS DA TEMPESTADE… – Pão Diário

Quando o combustível acaba – Pão Diário

Fonte: Quando o combustível acaba – Pão Diário

Efeito Cascata